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quarta-feira, 1 de junho de 2016

Paisagismo Sustentável

Recantos verdejantes e o emprego de espécies nativas destacam-se em paisagismo sustentável criado com o conceito bioclimático aplicado à paisagem

Conheça nossa loja em: www.floradelivery.com.br

paisagismo-sustentável

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Um paisagismo sustentável desenvolvido sob medida para atender às condições atmosféricas e geográficas do ponto mais alto da cidade de Cruzeiro, no Vale do Paraíba, no interior paulista: o bairro Morro dos Engenheiros. Esse foi o desafio da arquiteta paisagista Inez Gouveia, de Cunha, SP. “Encrustada no pé da Serra da Mantiqueira, a cidade é caracterizada pelo clima subtropical quente com temperaturas entre 22 e 33º C no Verão e que, devido ao relevo montanhoso, recebe influência das massas térmicas de altitude, resultando em Inverno seco e baixa pluviosidade”, explica a arquiteta paisagista. Outro fator que influenciou o desenho do espaço verde foi a solicitação dos clientes que queriam para a morada recém-adquirida uma área de convivência com jardim de fácil manutenção e áreas interligadas simultaneamente ao lazer.paisagismo-sustentável
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Paisagismo Sustentável

Na concepção paisagística, o estudo bioclimático foi fundamental para definir as espécies e o local do plantio, levando-se em conta os dados meteorológicos, as temperaturas, a umidade relativa do ar, a influência da direção dos ventos e os índices pluviométricos e de insolação. De acordo com ela, o bioclimatismo pode colaborar na redução de gastos com irrigação e perdas de espécies. O resultado é um projeto sustentável com o uso de plantas nativas que apresentam baixo consumo de água e espécies exóticas de crescimento rápido. “Nosso trabalho foi pensar em soluções de como o jardim poderia viver com a escassez de recursos hídricos, sem provocar danos e estresse aos exemplares”, resume. No jardim foram plantadas árvores, forrageiras e arbustivas, entre muitas nativas, como alpínia (Alpinia purpurata), helicônia (Heliconiaceae), bromélias (Bromeliaceae) e manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis). “Temos uma flora rica que deve ser utilizada e valorizada. Cada região dispõe de espécies características que constituem o microclima local, fundamental para o equilíbrio ecológico”, reforça a paisagista.
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Refúgios

Neste projeto de paisagismo sustentável, a entrada é constituída por diversos patamares estabelecidos com pedra bruta de granito para dar acesso à casa que está posicionada quatro metros acima do nível da rua, devido ao lote acidentado. Os elementos favorecem também a contenção do corte e filtragem da água. “A drenagem é escoada pelos pisos e níveis e segue até uma canaleta final junto ao muro”, relata a arquiteta paisagista. Como esse local recebe a radiação poente, as espécies escolhidas para os canteiros foram ixoras (Ixora chinensis), buxinhos (Buxus sempervirens), pleomele (Dracaena reflexa), barba-de-serpente (Ophiopongo jaburan), bambuza (Bambusa textilis gracilis) e vedélia (Sphagneticola trilobata) como forrageira nativa que auxiliou no balanço e no equilíbrio térmico do solo. Um pouco mais acima, o pequeno talude próximo à piscina recebeu grama-esmeralda (Zoysia japonica), por sua resistência ao sol e rápida contenção, e um caminho de piso drenante atérmico com formas arredondadas implantado seguindo a topografia do local. Na sequência, chega-se ao jardim do lazer formado por exemplares de cica (Cycas circinalis), aspargo-pluma (Asparagus densiflorus), estrelítzia (Strelitzia reginae), fórmio (Phormium tenax), buxinhos, palmeira-fênix (Phoenix roebelenii), dama-da-noite (Cestrum nocturnum), palmeira-bambu (Chamaedorea seifrizii), pleomele, manacá-da-serra e bromélias. “A composição promove uma paisagem de fundo para quem o avista do espaço gourmet”, descreve Inez.
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Promovendo a conexão entre a morada, a área dedicada ao preparo dos churrascos, petiscos e pizzas e a relaxante spa, foi disposto o pergolado de madeira maçaranduba que receberá jasmim-de-madagascar (Stephanotis floribunda) para deixar a passagem aconchegante. “Da spa, é possível contemplar a bela paisagem da Serra da Mantiqueira ao entardecer”, enfatiza a arquiteta paisagista. Posicionado nos fundos do terreno está a pracinha, criada como uma sala de apoio ao ambiente gastronômico. “O destaque é o orquidário vertical elaborado com vasos de Dendrobium e o painel de canela de demolição da linha Ecowood (Portobello)”, comenta a profissional. O espaço recebeu também seixos, cascas de árvores e dois banquinhos que proporcionam um recanto acolhedor em meio a coqueiros (Cocos nucifera) já existentes, acerola (Malpighia emarginata), helicônia (Heliconia rostrata), helicônia-papagaio (Heliconia psittacorum), vedélia e alpínia.
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Fonte: casadois.com.br

segunda-feira, 30 de maio de 2016

5 MOTIVOS PARA TER CACTOS EM CASA

Pensa em cultivar uma planta, mas falta tempo para cuidados intensos? Conheça uma espécie muito resistente: cactos! Confira dicas sobre os cuidados

Os cactos você encontrará em: www.floradelivery.com.br
Se você não leva muito jeito com plantas ou sofre com a correria no dia a dia, saiba que existe uma espécie perfeita para o seu estilo de vida: os cactos. Eles podem ser encontrados em diversos tamanhos e, com certeza, você vai descobrir um ideal para qualquer ambiente do seu lar. Para convencer de vez que é possível dar um toque de verde na casa, sem levar junto muita preocupação, listamos cinco ótimas razões para você adquirir já um exemplar:
Cactos (Foto: Lufe Gomes/Editora Globo)
1. Frequentemente você se esquece de molhar as plantas ou simplesmente não sobra tempo? Saiba que os cactos têm uma forma de armazenar água em quantidades muito maiores do que outras espécies. A questão aqui é o contrário: se você regá-los com uma maior frequência do que entre sete ou dez dias, eles podem até morrer.

2. Se sua casa é muito quente e o sol é intenso em algum período do dia, deixe seu cacto exatamente nesse lugar. Não, isso não é nenhuma maldade! Essa espécie adora receber luminosidade direta por horas. Então, não precisa ter dó. A planta ficará cada dia mais bonita.

3. A variedade de tamanhos da família dos cactos permite que você tenha um na sala de seu apartamento ou em um enorme jardim. Dos míni aos de grande porte, todos conseguem viver em vasos. Quando o espaço acaba, a planta estaciona o crescimento, mas o ideal é substituir os vasos por outros maiores, para que a planta possa crescer.
Cactos (Foto: Edu Castello/Editora Globo)
4. Quer mais? Os cactos não precisam ser podados! Quando essa espécie cresce muito, ela não perde sua forma característica. Se você decidir cortá-lo um pouco, ele pode até ficar com um aspecto bem estranho. As versões pequenas da planta não precisam de nenhum tipo de corte.

5. É sempre bom ter um pedacinho da natureza em casa! Plantas que exigem muitos cuidados podem não ser a melhor opção para um dono inexperiente, mas o cacto proporcionará a deliciosa sensação de conviver com plantinhas no lar, sem correr o risco de ele não resistir à sua rotina.
Cactos (Foto: Marcelo Palhais/Editora Globo)
Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Paisagismo/noticia/2014/09/5-motivos-para-ter-um-cacto-em-casa.html